Lancei-lhe meu último olhar
E um primeiro feitiço
Não me importava suas vontades
O que tinha que ser feito
Tinha que ser feito
Não importava as consequências
Somente era para ser meu
Aquele foi seu último sorriso
Penúltimo
O último será no dia escolhido
Quando apertar sua face
Até deformá-la
Formando um leve sorriso
Mesmo que horrorizado
Aquele anjo pôde descansar
Sua missão acabou
Tenha suas asas rasgadas
E se torne um humano errante
As vozes me dizem
Roo minha própria carne
Olho em teus olhos aturdidos
Ouço-as emergir
Meu Deus! Como te perdi de vista?
Somente olhei para o lado
E nem estava mais a ver a vitrine
Como foi-se e não vi?
Como ela te encantou?
Te odeio a ponto de amá-lo
De se tornar o ponto inicial
E o final de minha vida
Eu te amo
E não importa o que faça
Ou o que diga
Assim será em minhas mãos
Seu sangue assim transcorrerá
Meu amor de todas as tardes
Meu único feitiço noturno
Eu me despetalo a cada toque seu
Ajoelhe-se
E diga que me ama
E que quer se acabar
Pelas mãos de sua amada
DIGA!
DIGA!
ORDENO!
Um empurrão
E meus punhos estão em sua carne
Puxo-os, ahhh estou me derretendo
E meu amor é puro
Geme e seus cabelos colam em sua face
Sente dor? Ainda vive?
Não importa o que diga agora
Está no fim e eu fui sua última
Não importa o que tente
Eu te amo e não poderá mudar isso
Não poderá voltar todos os momentos
Não poderá consertá-los
Um feitiço mau feito
Não te trouxe a mim
Eu tratei de cumprir o destino
O carma meu bem!
Seu coração agora está em minhas mãos
E sangra desenfreadamente.
Você disse que nunca ia ser meu
Agora, o que se arrisca a dizer?
*Baseado na música de meu queridíssimo Marilyn Manson
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
You should know
Você faz parte de tudo o que eu sou hoje.
Você me trouxe aqui.
Abriu a janela e me mostrou um novo horizonte.
Me abriu a mente.
Me surgiu nos sonhos.
Foi meu incentivo nos meu melhores e piores dias.
Fez-me à sua semelhança.
Fez-me te admirar sem limites.
Mostrou-me o que é paixão platônica.
Me ensinou a amar idéias e pessoas.
Me ensinou a te amar e a te odiar.
Cantou em meus ouvidos enquanto dormia.
Adornou tudo ao meu redor com sua imagem.
Fez-me chorar enquanto menina.
Fez-me corar nos devaneios da adolescência.
Cresci e te respeitei mais ainda.
Hoje como ser humano, como homem e como ídolo.
Quero sempre o que vier de ti.
Quero que continue a escrever-me.
Me ajudar a me desvendar.
E sempre seremos o mesmo, eu sempre serei o que chamo de ti.
Sempre terá um pouco do que chamo de mim.
As lágrimas hoje são de emoção.
Pois um simples símbolo não faria isso.
Mas um ser de carne, osso e sentimento como és.
Quarenta e dois anos de existência.
Nove anos de pura admiração e amor sincero.
Mas te dedico minha vida toda.
Os restos de meus dias e a promessa de além deles...
No âmago de meu ser, é lá onde mora sua lembrança.
É de lá onde nem Deus pode te tirar.
vai-se em vida, fica em espírito.
Um pedaço dele estará reservado para cada um que te ama.
Te odeio por te amar tanto.
Por ser meu guia e meu oráculo.
Por ser sempre a perfeição encarnada.
Por simplesmente me influenciar como pessoa.
Admiro sua inteligência, que me faz analisá-la.
Amadurecendo assim também.
E meus sonhos continuarão os mesmos.
E você sempre terá um espaço sagrado neles.
Pois é meu maior sonho.
E já se realizou ao existir para mim.
Vendo-o assim, no meio de uma multidão.
Mais um díscipulo a te seguir.
Ainda assim, Senhor Manson...
Ainda assim és para mim o tudo e o nada.
O ponto essêncial em minha vida.
Mesmo eu não passando de um grão de areia na sua.
Mas com tantos grãos, cada um com suas propriedades...
Tens seu punhado de areia... Tens seu mundo e sua vida.
E todos que estão nela, creio que serão amados ou odiados de alguma forma.
E seremos digno de algo que venha de ti.
Assim como é digno de algo que venha de nós.
Que sempre haja algo te guiando, que seja uma estrela.
Que brilhe sobre nós, que nos aqueça, sempre.
Feliz quadragésimo segundo aniversário! Que a vida se encarregue de esticar essa data por muitos e muitos anos.
Sr. Brian Hugh Warner, que continuo a amar na mesma intensidade que odeio. Agradeço pelos paradoxos.
Com amor ou qualquer outra coisa,
Bi Andrade.
Mensagem traduzida, enviada originalmente no dia 5 de Janeiro de 2011 às 23:34.
domingo, 26 de setembro de 2010
Surrealismos
Quantas gotas de surrealismo cabem em sua mente?
Só sei que a minha vem transbordando. Desde transtornos que me fazem ter certas alucinações imaginárias, até situações inusitadas que eu crio para me distrair. Salvador Dalí me entenderia... Me possua Dalí! (Rs) Deixe-me ser seu veículo de loucura aqui na Terra. Bom, Dalinismos à parte...
Um dia acordo e meu vizinho da frente é meu maior ídolo. Marilyn Manson em sua versão Sr. Brian Warner me aparece acenando pela janela e sorrindo, logo pela manhã, enquanto eu dou um aceno tímido e coro imediatamente. Num outro estava alí, lavando seu carro na frente da garagem, sem camisa e eu olhando pela vidraça. Noutro saía de toalha com o cabelo molhado, para apanhar o jornal, o cachorro o lambia e eu espiando, ele me vê e acena. Surreal, tão surreal que não seria de seu feitio tais coisas, até porque é tímido como eu.
Ouvir músicas e criar clipes e momentos em sua cabeça. Acho que deveria fazer rádio e tv... Não, minhas idéias não passariam de mau gosto, acho que a arquitetura é o lugar certo para exorcizar e exteriorizar esses desejos incontidos que um dia poderiam se tornar montros. É a arte meu querido, é ela que me chama sempre... mas sou tímida demais para ela e decidida demais para meu outro amor, o eterno, o científico e animalesco... selvagem!
Meu último pensamento surreal, show do Rammstein à vista, dominando completamente minha playlist, ansiedade. Amour, Amour! Eis que a imaginação vem à tona e tudo começa... O local: uma dessas casas de shows onde acontecem apresentações de tango argentino, predominantemente vinho, iluminação quente, aconchegante e vintage. Um palco, um bar à esquerda, uma única mesa na platéia, com sete lugares. A música: Amour, Rammstein. No palco: Till Lindemann nos vocais; Oliver Riedel no baixo; Flake nos teclados; Doom na bateria; Paul Landers E Richard Kruspe nas guitarras, todos vestidos com terno preto risca de giz e uma rosa vermelha no bolso, no melhor estilo latino. Na platéia: eu, vestido preto, rosa vermelha no coque.
A música começa (dê o play!), seis corações cantando a maldição do amor. Começa o show, eu a assistir.
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Saugt sich fest an deinen Lippen
Gräbt sich dinge durch die Rippen
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Till, desce do palco e caminha lentamente em minha direção. Levanto-me e ouço-o cantar para mim, segurando em minhas mãos e me fazendo girar, me mover:
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie beißt und kratzt und tritt nach mir
Hält mich mit tausend Armen fest
Zerrt mich in ihr Liebesnest
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weich wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Arranca-me o lenço do pescoço, começando o refrão no meu ouvido e depois vai se distanciando, voltando ao palco com o lenço apertado entre os dedos:
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Todos me encaram de uma forma sedutora e amarga, me sento e seguro a taça de martini mexendo-a, olhando de forma instigante:
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Provo o martini e os observo olhando por cima da taça, Till ainda com o lenço, apertando-o e ergendo-o com o punho fechado:
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Estava envenenado, me engasgo e levanto com dificuldade, com as mãos na garganta e com o olhar neles, a clamar por socorro:
Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
As pernas já não respondem, me apoio e puxo a toalha da mesa, indo ao chão, estendendo uma das mãos aos seis cavalheiros e percorrendo com os olhos a expressão indiferente de cada um deles. Me desepero e tento arranjar ar:
Die Liebe
Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
Meu coração dói, me rastejo. Minhas veias saltadas e as unhas sangram, arranhando o chão e a garganta, me debato e tremo, ainda com uma das mãos estendidas clamando por um último suspiro... :
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Em vão. Till solta o lenço e se vira para seus companheiros.
O Fim
Imagino toda vez que ouço essa música, já se tornou um Déjà vu. Um dia amadureço mentalmente enquanto isso deixa ela brincar e inventar, isso realmente me acalma e me distrai. Essas coisas nem são tão surreais, bom, dependendo do ponto de vista do que é surreal... Irreal e estranho... aí sim.
Imagino, como eu seria se tivesse nascido em determinado ponto do globo terrestre, teria a mesma personalidade e se tivesse, quais seriam as influências e de que forma eu pensaria em tais coisas, o que eu teria feito ou não teria. Teria desenvolvido algum tipo de disturbio de personalidade, mental. Como me vestiria, como agiria, teria qual aparência? Penso tanto e nem tenho tanto tempo para isso, e sempre me surgem em momentos inoportunos... à noite quando tento pegar no sono, de manhã quando estou acordando, durante o banho, durante a maquiagem para o dia-dia antes do trabalho.
Pensar muito é deixar de viver um pouco? Planejar demais e não concretizar basicamente nada? Ainda tento mudar, mas até lá dou asas à mente e deixo-a trabalhar em prol de meus momentos de calma e fuga do real.
Só sei que a minha vem transbordando. Desde transtornos que me fazem ter certas alucinações imaginárias, até situações inusitadas que eu crio para me distrair. Salvador Dalí me entenderia... Me possua Dalí! (Rs) Deixe-me ser seu veículo de loucura aqui na Terra. Bom, Dalinismos à parte...
Um dia acordo e meu vizinho da frente é meu maior ídolo. Marilyn Manson em sua versão Sr. Brian Warner me aparece acenando pela janela e sorrindo, logo pela manhã, enquanto eu dou um aceno tímido e coro imediatamente. Num outro estava alí, lavando seu carro na frente da garagem, sem camisa e eu olhando pela vidraça. Noutro saía de toalha com o cabelo molhado, para apanhar o jornal, o cachorro o lambia e eu espiando, ele me vê e acena. Surreal, tão surreal que não seria de seu feitio tais coisas, até porque é tímido como eu.
Ouvir músicas e criar clipes e momentos em sua cabeça. Acho que deveria fazer rádio e tv... Não, minhas idéias não passariam de mau gosto, acho que a arquitetura é o lugar certo para exorcizar e exteriorizar esses desejos incontidos que um dia poderiam se tornar montros. É a arte meu querido, é ela que me chama sempre... mas sou tímida demais para ela e decidida demais para meu outro amor, o eterno, o científico e animalesco... selvagem!
Meu último pensamento surreal, show do Rammstein à vista, dominando completamente minha playlist, ansiedade. Amour, Amour! Eis que a imaginação vem à tona e tudo começa... O local: uma dessas casas de shows onde acontecem apresentações de tango argentino, predominantemente vinho, iluminação quente, aconchegante e vintage. Um palco, um bar à esquerda, uma única mesa na platéia, com sete lugares. A música: Amour, Rammstein. No palco: Till Lindemann nos vocais; Oliver Riedel no baixo; Flake nos teclados; Doom na bateria; Paul Landers E Richard Kruspe nas guitarras, todos vestidos com terno preto risca de giz e uma rosa vermelha no bolso, no melhor estilo latino. Na platéia: eu, vestido preto, rosa vermelha no coque.
A música começa (dê o play!), seis corações cantando a maldição do amor. Começa o show, eu a assistir.
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Saugt sich fest an deinen Lippen
Gräbt sich dinge durch die Rippen
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Till, desce do palco e caminha lentamente em minha direção. Levanto-me e ouço-o cantar para mim, segurando em minhas mãos e me fazendo girar, me mover:
Sie beißt und kratzt und tritt nach mir
Hält mich mit tausend Armen fest
Zerrt mich in ihr Liebesnest
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weich wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Arranca-me o lenço do pescoço, começando o refrão no meu ouvido e depois vai se distanciando, voltando ao palco com o lenço apertado entre os dedos:
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Todos me encaram de uma forma sedutora e amarga, me sento e seguro a taça de martini mexendo-a, olhando de forma instigante:
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Provo o martini e os observo olhando por cima da taça, Till ainda com o lenço, apertando-o e ergendo-o com o punho fechado:
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Estava envenenado, me engasgo e levanto com dificuldade, com as mãos na garganta e com o olhar neles, a clamar por socorro:
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
As pernas já não respondem, me apoio e puxo a toalha da mesa, indo ao chão, estendendo uma das mãos aos seis cavalheiros e percorrendo com os olhos a expressão indiferente de cada um deles. Me desepero e tento arranjar ar:
Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
Meu coração dói, me rastejo. Minhas veias saltadas e as unhas sangram, arranhando o chão e a garganta, me debato e tremo, ainda com uma das mãos estendidas clamando por um último suspiro... :
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Em vão. Till solta o lenço e se vira para seus companheiros.
O Fim
Imagino toda vez que ouço essa música, já se tornou um Déjà vu. Um dia amadureço mentalmente enquanto isso deixa ela brincar e inventar, isso realmente me acalma e me distrai. Essas coisas nem são tão surreais, bom, dependendo do ponto de vista do que é surreal... Irreal e estranho... aí sim.
Imagino, como eu seria se tivesse nascido em determinado ponto do globo terrestre, teria a mesma personalidade e se tivesse, quais seriam as influências e de que forma eu pensaria em tais coisas, o que eu teria feito ou não teria. Teria desenvolvido algum tipo de disturbio de personalidade, mental. Como me vestiria, como agiria, teria qual aparência? Penso tanto e nem tenho tanto tempo para isso, e sempre me surgem em momentos inoportunos... à noite quando tento pegar no sono, de manhã quando estou acordando, durante o banho, durante a maquiagem para o dia-dia antes do trabalho.
Pensar muito é deixar de viver um pouco? Planejar demais e não concretizar basicamente nada? Ainda tento mudar, mas até lá dou asas à mente e deixo-a trabalhar em prol de meus momentos de calma e fuga do real.
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domingo, 29 de novembro de 2009
Um lugar na sujeira
Essa é a tradução do título do blog... Por que "um lugar na sujeira"?
A internet é em si uma grande sujeira, uma grande lixeira onde achamos pesquisas abandonadas, artes decadentes, textos inúteis, pornografia, pedofilia, crimes em geral. Mas como numa lata de lixo, encontramos coisas aproveitáveis, que foram descartadas por alguém que as achava inúteis ou já com o propósito de serem encontradas.
O mundo é uma grande sujeira, e esse espaço é um lugar nessa imundice, onde posso descartar o que me aflige... Descarto coisas boas também e espero que estas principalmente, sejam encontradas.
"A Place In The Dirt" para quem não conhece, é uma música de um cantor que admiro muito, em todos os aspectos: Marilyn Manson. Já devia ter colocado a origem do nome do blog desde o começo, mas sabem como são as coisas... (rs)
Aqui está a tradução e em seguida a letra original juntamente com a música em si:
Um Lugar Na Sujeira
.
Estamos condenados e estamos mortos
Todos os filhos de Deus vão ser enviados
Para nosso lugar perfeito no Sol
E na sujeira
.
Há um pára-brisa no meu coração
Somos insetos tão manchados e marcados
E você poderia nos fazer parar de pensar
Antes que eu engula tudo isso?
Você poderia por favor?
.
Me ponha no desfile de carros
Me ponha na parada da morte
Me vista e me leve
Me vista e me faça
Seu Deus moribundo
.
Anjos com agulhas
Furando nossos olhos
Deixe a luz feiado mundo entrar
Não somos mais cegos
Não somos mais cegos
.
Me ponha no desfile de carros
Me ponha na parada da morte
Me vista e me leve
Me vista e me faça
Seu Deus moribundo
.
Agora nós sustentamos a "cabeça feia"
A Prostituta Maria está na cama
Eles fizeram sombra da nossa morte perfeita
No sol e na sujeira
.
A Place In The Dirt
.
We are damned and we are dead
All god's children to be sent
To our perfect place in the sun
An in the dirt
.
There's a windshield in my heart
We are bugs so smeared and scarred
And could you stop the meat from thinking
Before I swallow all of it,
Could you please?
.
Put me in the motorcade
Put me in the death parade
Dress me up and take me
Dress me up and make me
Your dying god
.
Angels with needles
Poked through our eyes
Let the ugly light
Of the world in
We were no longer blind
We were no longer blind
.
Put me in the motorcade
Put me in the death parade
Dress me up and take me
Dress me up and make me
Your dying god
.
Now we hold the "ugly head"
The Mary-whore is at the bed
They've cast the shadow of our perfect deat
Hin the sun and in the dirt
.
De certa forma um retrato doentio do mundo.
Um dia a cura chega... Enquanto não...
A internet é em si uma grande sujeira, uma grande lixeira onde achamos pesquisas abandonadas, artes decadentes, textos inúteis, pornografia, pedofilia, crimes em geral. Mas como numa lata de lixo, encontramos coisas aproveitáveis, que foram descartadas por alguém que as achava inúteis ou já com o propósito de serem encontradas.
O mundo é uma grande sujeira, e esse espaço é um lugar nessa imundice, onde posso descartar o que me aflige... Descarto coisas boas também e espero que estas principalmente, sejam encontradas.
"A Place In The Dirt" para quem não conhece, é uma música de um cantor que admiro muito, em todos os aspectos: Marilyn Manson. Já devia ter colocado a origem do nome do blog desde o começo, mas sabem como são as coisas... (rs)
Aqui está a tradução e em seguida a letra original juntamente com a música em si:
Um Lugar Na Sujeira
.
Estamos condenados e estamos mortos
Todos os filhos de Deus vão ser enviados
Para nosso lugar perfeito no Sol
E na sujeira
.
Há um pára-brisa no meu coração
Somos insetos tão manchados e marcados
E você poderia nos fazer parar de pensar
Antes que eu engula tudo isso?
Você poderia por favor?
.
Me ponha no desfile de carros
Me ponha na parada da morte
Me vista e me leve
Me vista e me faça
Seu Deus moribundo
.
Anjos com agulhas
Furando nossos olhos
Deixe a luz feiado mundo entrar
Não somos mais cegos
Não somos mais cegos
.
Me ponha no desfile de carros
Me ponha na parada da morte
Me vista e me leve
Me vista e me faça
Seu Deus moribundo
.
Agora nós sustentamos a "cabeça feia"
A Prostituta Maria está na cama
Eles fizeram sombra da nossa morte perfeita
No sol e na sujeira
.
A Place In The Dirt
.
We are damned and we are dead
All god's children to be sent
To our perfect place in the sun
An in the dirt
.
There's a windshield in my heart
We are bugs so smeared and scarred
And could you stop the meat from thinking
Before I swallow all of it,
Could you please?
.
Put me in the motorcade
Put me in the death parade
Dress me up and take me
Dress me up and make me
Your dying god
.
Angels with needles
Poked through our eyes
Let the ugly light
Of the world in
We were no longer blind
We were no longer blind
.
Put me in the motorcade
Put me in the death parade
Dress me up and take me
Dress me up and make me
Your dying god
.
Now we hold the "ugly head"
The Mary-whore is at the bed
They've cast the shadow of our perfect deat
Hin the sun and in the dirt
.
De certa forma um retrato doentio do mundo.
Um dia a cura chega... Enquanto não...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Procuro

Um amor que já não há.
Ou talvez que esteja para chegar...
Alguém de quem possa lembrar.
Alguém que possa me acolher.
Uma alma onde eu possa recostar...
Numa sublime noite de luar.
A quem eu possa amar a carne.
Entregar-me por inteiro.
Apenas um amor sombrio.
Um lord, um cavalheiro.
Alguém que goste da noite.
Que se apaixone pela morte.
Que dance na lua comigo.
Que no frio me abrace forte.
Um corpo e uma alma gótica.
Uma mente um tanto erótica.
Aquela voz sussurada.
Aqueles olhos ternos.
Aqueles cabelos longos.
Aquele brilho eterno.
Bi Manson
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